Poupança ou Tesouro Direto, Arnaldo?

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Muito conhecida dos brasileiros, a poupança é, talvez, o investimento mais citado na hora de economizar uma graninha. Com baixo risco, possibilidade de começar a investir com pouco dinheiro e facilidade nas transações, ela também é conservadora em seus rendimentos. Com isso, pode acabar não superando a inflação e, portanto, fazer seu dinheiro perder poder de compra.

O que muitas pessoas não sabem é que existe uma outra opção de investimento tão segura quanto, onde é possível começar investindo com pouco e que pode render até o dobro da caderneta.

O que é Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa de títulos do governo que dá a possibilidade de pessoas físicas “emprestarem” dinheiro para projetos nacionais. Entre as quatro modalidades que existem (Selic, IPCA+, Prefixado e com juros semestrais) é possível investir a partir de R$ 30 e a rentabilidade varia de acordo com cada uma, com o IPCA+ sendo protegido pela inflação, já que o título rende sempre acima dessa taxa, gerando um retorno positivo.

Um dos pontos negativos é que a poupança não tem taxas, enquanto o Tesouro sofre incidência de Imposto de Renda sobre os lucros, mas ainda assim seu rendimento pode valer mais a pena. Na poupança também é possível resgatar seu dinheiro a qualquer momento, enquanto no Tesouro essa equivalência existe no modelo Selic – nos outros o resgate antecipado pode gerar perda de capital.

Qual é melhor: Tesouro Direto ou poupança?

Com esse resumo, dá para perceber que a poupança é prática, mas não dá os melhores retornos, enquanto o Tesouro te oferece mais possibilidades de investimentos e remunerações mais significativas. É importante que você faça suas contas, pesquise e avalie todos os prós e contras antes de decidir qual investimento é o melhor para o seu perfil. Esse é o primeiro passo para sair do comodismo e começar a organizar seu pé de meia.

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